-segunda-feira, 22 de agosto de 2011
A produção no Pré-sal
O que é o Pre-Sal
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Mais de 85 mil moçambicanos com gás natural a partir de 2012
Cerca de 85.000 habitantes da província de Maputo, sul de Moçambique, vão poder consumir gás natural moçambicano a partir de Junho de 2012, segundo um administrador da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).ANP: 6 empresas desistem de blocos adquiridos em leilão
Pelo menos seis empresas desistiram de assinar os contratos para explorar áreas de petróleo e gás natural arrematadas no último leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP), realizado no fim do ano passado. No total, 17 companhias haviam arrematados áreas no leilão. Papel da ANP é maior dúvida sobre noval lei do petróleo
Alguns pontos do novo marco regulatório do petróleo no País, que vai reger inclusive a produção no pré-sal, surpreenderam analistas, técnicos e profissionais especializados e suscitaram dúvidas. Petrobrás ''queimou'' R$ 1,5 bi em gás em 2009
Na contramão de outros países que vêm conseguindo reduzir a queima da gás natural, a Petrobrás registrou em 2009 um aumento desta queima em grandes proporções. Segundo ANP, Petrobras foi pessimista na estimativa para Franco

Magda Chambriard, diretora da ANP, informou ao Valor que a agência calcula que Franco tenha cinco bilhões de barris de óleo equivalente (medida que inclui petróleo e gás) e que Libra, a outra área da União encontrada pela agência, tenha outros 7 bilhões de barris de recursos prospectáveis.
Se confirmados esses volumes, as duas áreas somarão 12 bilhões de barris, quase a totalidade das atuais reservas do Brasil, de aproximadamente 14 bilhões de barris. Ela pondera que só a "broca" (a lâmina de perfuração) pode confirmar as estimativas de volume desse campo gigante.
"Queremos licitar Libra sob o contrato de partilha de produção, mas é claro que é preciso aprovar a lei e que essa decisão seja tomada pelo Conselho Nacional de Política Energética e pelo Ministério de Minas e Energia", frisou.
Magda explicou que, além de Florim e Peroba, áreas que só foram conhecidas quando divulgado os termos da cessão onerosa, já foram identificadas outras de grande potencial no pré-sal de Santos.
Peroba, Júpiter e Pau Brasil (até agora desconhecida) ficam ao sul de Tupi. A diretora da ANP lembrou que a área de Peroba foi incluída apenas para dar garantias caso as previsões de reservas prováveis não se confirmem.
As estimativas de volumes foram motivo de grande debate entre a Petrobras e a agência reguladora durante as discussões do contrato de cessão onerosa, disse A consultoria da ANP fez uma estimativa e a da Petrobras, outra, menor.
"A Petrobras estava mais pessimista. Nós achávamos que tínhamos cinco bilhões nas áreas e a Petrobras achava que cinco bilhões estava apertado", explicou.
A diretora da ANP contou ainda que a inclusão de áreas no entorno de Tupi, Guará e Iara (já descobertas e sob contrato de concessão com a Petrobras e sócios) vai facilitar o desenvolvimento da produção ali, já que seria mais complicado licitar uma área objeto de "unitização".
A Petrobras informou que ainda não há certeza de que todas as áreas contíguas aos reservatórios já descobertos por ela são unitizáveis. Até agora, o mais provável é que isso ocorra em Iara.
(Fonte: O Globo-Globo / Valor, 2010-09-03).
Petróleo Lusófono : óleo, gás e biocombustíveis que falam português
Crise do álcool reacende debate sobre estoques
A entressafra de cana mais crítica dos últimos anos trouxe de volta o debate sobre medidas para reduzir as altas e baixas de preço do etanol.
Mais do que isso, ela resultou em mudanças na regulação desse mercado, com a decisão do governo, na semana passada, de dar ao álcool caráter de combustível e, assim, colocá-lo sob fiscalização da ANP (Agência Nacional do Petróleo).
"Isso poderá criar chances para um pleito antigo do setor, que é a criação de estoques estratégicos do etanol", afirmou o diretor-presidente da CBAA (Companhia Brasileira de Açúcar e Álcool), José Pessoa de Queiroz Bisneto.
Além do clima, especialistas consideram que a diferença no preço do etanol praticada entre safra e entressafra se deva também à falta de programação das vendas.
"A comercialização inteira de álcool é no mercado "spot" (à vista), o que é problema. A responsabilidade de estoques fica diluída", disse Plínio Nastari, presidente da consultoria Datagro.
Apesar da ausência de um "responsável" pelos estoques, o decreto nº 238, assinado por Fernando Collor em 1991, estabelece reservas estratégicas e estoques de operação -nunca implantados.
"Quando o setor tentou fazer [estoques], os órgãos de defesa do consumidor alegaram cartel, não evoluiu", disse Antonio de Pádua Rodrigues, diretor da Unica (associação dos produtores). (Fonte: O Documento - Folha Online, 2011-05-01).
Outras fontes:http://petroleolusofono.blogspot.com/2011/05/crise-do-alcool-reacende-debate-sobre
Brasil bate o recorde de produção de Petróleo em novembro, diz ANP
O Brasil fechou novembro com produção recorde de petróleo e gás natural, informou a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) nesta segunda-feira. A produção atingiu 2,089 milhões de barris diários de petróleo e 66,2 milhões de metros cúbicos de gás por dia.
Segundo a ANP, o aumento na produção de petróleo ficou em torno de 5,2% em comparação com novembro de 2009 e em 4,6% sobre outubro deste ano. No gás, a elevação foi de cerca de 12% contra novembro de 2009 e de 2% em relação a outubro de 2010.
A Petrobras foi responsável por 91,2% da produção nacional. No pré-sal, a estatal produziu 63.679 barris diários e 2,301 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia no campo de Jubarte e nos testes de longa de duração na área de Tupi. Em outubro, a produção no pré-sal havia sido de 43.978 barris diários de petróleo e de 1,607 milhão de metros cúbicos de gás natural por dia.
A Shell segue como segunda maior produtora de petróleo no Brasil, com 88,6 mil barris diários, seguida pela Chevron com 65,1 mil barris.
Dos 20 maiores campos produtores de petróleo e gás natural (em barris de óleo equivalente) no país, três são operados por empresas estrangeiras: o campo de Ostra (Shell), Frade (Chevron) e Polvo (Devon), informou a ANP.
A agência disse ainda que em novembro houve redução de 15,1% na queima de gás natural em comparação com o mesmo mês do ano passado. Já em relação a outubro a queima aumentou em 22,8%.
“Do volume total de gás queimado, 80,45% são oriundos de campos na fase de produção e 19,55% de testes de longa duração em campos na fase de exploração (que ainda não iniciaram a produção)”, explicou a ANP em comunicado.
Fonte:http://www.administracaovirtual.com/blog/br
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Petrobras no RN
Petrobras no RN
A Petrobras No Rio Grande Do Norte
São 15 municípios produtores de petróleo e gás natural no Rio Grande do Norte, com um investimento, entre 1976-2001, de 13,9 bilhões de dólares e o plano de desenvolvimento “Petrobras 2010 – Crescimento, Rentabilidade e Responsabilidade Social”. Esses municípios são: Alto do Rodrigues, Apodi, Areia Branca, Assu, Caraúbas, Carnaubais, Felipe Guerra, Governador Dix Sept Rosado, Guamaré, Macau, Mossoró, Pendências, Porto do Mangue, Serra do Mel e Upanema.
Historia
Na segunda metade do século 19, o padre Florêncio Gomes de Oliveira, enviou uma carta ao cientista francês Jacques Brunet, pedindo que visitasse o Rio Grande do Norte para ver a ocorrência de betume que ele tinha visto na lagoa do Apodi.
Em 1943, teve início as pesquisas no Rio Grande do Norte. Alguns poços foram perfurados, mas mostraram apenas vestígios de óleo. Na década de 1950, o deputado Floriano Bezerra mantinha o jornal O Nacionalista, no qual o slogan era O Petróleo é Nosso. Ele reivindicou pesquisas no município de Macau, muito antes de ser descoberto petróleo nessa região.
Em 1966, o prefeito de Mossoró contratou uma firma para abrir um poço d’água, supervisionado pelo geólogo Lúcio Cavalcante, na praça Pe. João Mota. O poço jorrou petróleo misturado com água e serviu de combustível para as lamparinas da população pobre “durante meses”.Vinte anos depois, quando alguns estados já produziam petróleo com sucesso, foi descoberto o campo marítimo de Ubarana, em Macau-RN.
O primeiro poço perfurado (G-1-RN) da Bacia Potiguar Terrestre foi em Gangorra, no município de Grossos, em 1956. Na Bacia Potiguar Marítima, o primeiro poço foi o RNS-1, em Ubarana, costa de Macau, em 1973. Os dois deram sinais da existência de óleo e gás, porém em quantidade não comercial.
A partir de março de 1974, o presidente Ernesto Geisel, autorizou a Petrobras a intensificar suas pesquisas em todo território nacional, na tentativa de reduzir as importações das arábias. A crise do petróleo surgiu com a guerra entre Israel e Síria, envolvendo a então União Soviética e os Estados Unidos numa “guerra fria”. Os países árabes, contra Israel e o Ocidente, resolveram quadruplicar o preço do petróleo e reduziu sua produção em 5% ao ano. Foi durante essa crise do petróleo que, em 1974, chegou a primeira plataforma continental na costa de Macau. Em 1975 o poço marítimo RNS-3 já estava produzindo, com direito a visita do presidente da República, Geisel, e o seu ministro das Minas e Energias.
A revista VEJA, de 10 de abril de 1974, noticiou a descoberta oficial da jazida de Macau, “(...) recentemente localizada, poderá, sozinha, dobrar o volume de reservas nacionais conhecidas” Foi dito ainda que o projeto seguinte da Petrobras era abrir mais 1.223 postos de serviços e 120 filiais, “o que lhe garante já o domínio de mais de 35% do mercado nacional.” Entre junho e outubro de 1975, jorrou petróleo nas torneiras das residências de Mossoró, em dois bairros. Com essa notícia, a Petrobras perfurou vários poços naquele município, com resultados negativos. Em 1976 foi criado o DIGUAR (Distrito de Produção da Bacia Potiguar), abrangendo o Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, com sede em Natal.
Em 1979, quando perfuraram os poços de água para o abastecimento das piscinas térmicas do hotel Thermas, em Mossoró, apareceu petróleo novamente, desta vez em maior quantidade. O poço MO-13 originou o campo de Mossoró, em 1979. No início de 1980 foi perfurado com sucesso o poço Mossoró-14, o primeiro poço terrestre comercialmente viável do Rio Grande do Norte .
As perfurações de poços terrestres foram intensificadas no início da década de 80, nos municípios de Macau, Areia Branca, Alto do Rodrigues e Mossoró.
Em 1987 foi criada a RPNS (Região de Produção do Nordeste Setentrional), em substituição a DIGUAR.
Em 1995 a Petrobrás fez nova mudança: substituiu RPNS por E&P-RN/CE (Exploração e Produção do Rio Grande do Norte e Ceará), resultante da reestruturação das atividades de exploração, perfuração e produção, anteriormente departamentalizadas. No ano 2000, mudou novamente a sigla: agora se chama UN-RNCE (Unidade de Negócios do Rio Grande do Norte e Ceará).
Em 1994 o Rio Grande do Norte atingiu a marca de 2º maior produtor de petróleo do Brasil; o 1º em produção terrestre.
Até 1997 as atividades de petróleo eram de monopólio da União, quando foram modificadas pela lei que regulamenta esse setor. Hoje a exploração de petróleo está sob o controle da ANP – Agência Nacional de Petróleo. O Rio Grande do Norte e Ceará produzem cerca 103 mil barris de petróleo por dia, sendo 85% dessa produção dos campos terrestres. 4 milhões de metros cúbicos por dia, é a marca da produção do gás natural, com previsão de elevação para 6 milhões m3/d; têm 556 quilômetros de oleodutos, 542 quilômetros de gasoduto e mais de 500 quilômetros de rede elétrica de alta tensão.
Yes, Nós Temos Petróleo
As reservas provadas no Rio Grande do Norte e Ceará são de 401,2 milhões de barris de petróleo e 16,4 milhões de metros cúbicos de gás. Nessa região, no ano 2000, havia mais de 4.000 poços perfurados em terra e mais de 200 no mar.
A Petrobras fabrica três produtos, no RN: Gás Natural (3,76 milhões de metros cúbicos/dia), GLP (Gás Liquefeito de Petróleo - 334 toneladas/dia) e Óleo Diesel (4,5 mil barris/dia - 1 barril equivale a 159 litros), fracionados do petróleo bruto (103.000 barris/dia e previsão para 140 mil barris em 2005) das seguintes instalações: 23 plataformas marítimas, 62 campos terrestres, cerca de 5.000 poços e 67 estações coletoras.
Os principais clientes do petróleo do Rio Grande do Norte são as refinarias existentes em outros Estados do Brasil. O gás natural, o óleo diesel e o GLP são consumidos pelos estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Pernambuco.
Royalty
O royalty é uma compensação paga ao Estados, Municípios, Ministério da Marinha e Ministério da Ciência e Tecnologia, sobre a produção de petróleo e gás natural. Os royalties são repassados para 15 municípios produtores do Rio Grande do Norte. No ano de 2001, o Estado recebeu 90,1 milhões de reais; os municípios que mais receberam: Guamaré - R$ 6,9 milhões; Mossoró – 6,3 milhões; Macau - R$ 5,6 milhões; Areia Branca - R$ 5,4 milhões e Apodi – 2,6 milhões.
No repasse mensal realizado em dezembro de 2001, Mossoró recebeu R$ 607 mil; Guamaré R$ 523 mil; Areia Branca R$ 473 mil; Macau R$ 400 mil; e Apodi R$ 167 mil.
Pólo Industrial De Guamaré
A separação do gás de petróleo é feita sob pressão e temperatura através de vasos separadores, tratadores e torres, gerando uma vasta lista de derivados. Desde o início da produção no Rio Grande do Norte, o gás de petróleo era desperdiçado.
A partir de 1983 foi construído o Pólo Industrial de Guamaré, em várias fases, composto principalmente pela ECUB (Estação de Compressores de Ubarana) e UPGN (Unidade de Processamento de Gás Natural). Em 1995 já eram produzidos 29 mil botijões de gás de cozinha por dia, deixando o Estado auto-suficiente. Em 2000, foi construída uma unidade de processamento de óleo diesel. Há, ainda, um projeto para fabricação de querosene de aviação prevista para o início do século 21. Aos poucos Guamaré vai ganhando uma refinaria.
Integração Petrobras/Comunidades
Durante a segunda metade da década de 1990, foram cedidos 222 poços para água, construídos vários chafarizes e caixas d’água e entregues as comunidades dos vales do Açu e Mossoró, disponibilizando mais de 700 mil litros d'água por dia.
O sistema de transmissão e recepção da telecomunicação da Petrobras, instalada na serra do Mangue Seco (Guamaré), disponibiliza as comunidades vizinhas a retransmissão do sinal de TV e, em convênio com a Telemar, permite o sinal da telefonia celular na região, inclusive no Alto do Rodrigues.
Foi construída a estrada RN-408 (ligando a RN-118 a RN-016 - Alto do Rodrigues/Carnaubais); construção da "Estrada do Óleo", assim conhecida a rodovia de 63 km, que liga Guamaré a Alto do Rodrigues, cruzando a BR-406; recuperados 35 km da rodovia RN-016 (Carnaubais/Assú); reconstruída a rodovia RN-117 (Mossoró/Carnaubais) e da RN-118 (Macau/Assú), totalizando 144 km, em convênio com o DER; construção de pontes metálicas em Upanema, Alto do Rodrigues, Governador Dix Sept Rosado e na RN-408.
A maior preocupação da Petrobras é com a preservação da natureza, já que a exploração de petróleo é agressiva ao meio ambiente. Todos os meios possíveis são aplicados para minimizar o impacto, inclusive o benefício de manutenção de vários projetos públicos, como a preservação do Lajedo de Soledade, um importante sítio arqueológico no município de Apodi; do Cajueiro de Pirangi, o maior do mundo; Programa da Criança; Programa de Hortas Comunitárias; Programa Terra Pronta; Programa de Coleta Seletiva do Lixo; Programa de Educação Ambiental; Organização da Semana do Meio Ambiente e construiu aterros sanitários em vários municípios. Em 2002, se erguia o prédio do “Porto de Ama – Centro Petrobras de Cultura”, na cidade de Macau, no local onde existiu o Centro Social Pio XI.
Do Poço Ao Posto
Para determinar onde vai ser perfurado um poço de petróleo, há todo um trabalho de geologia e geofísica. É a primeira fase do trabalho. Através de emissão de som (explosão) registrando graficamente as camadas do subsolo, determinando possíveis jazidas nas bacias sedimentares.
A segunda fase é a perfuração, em locais determinados pelos registros da geologia e geofísica. Após o primeiro poço produtor, chamado de “poço pioneiro”, surgirá um campo de petróleo, sendo perfurados vários outros poços, numa malha determinada pelo trabalho da 1ª fase . Comprovando o seu valor comercial, implanta-se a terceira fase, a produção. O poço tanto pode ser bombeado mecanicamente como poderá surgir naturalmente, quando a pressão da jazida é suficiente para elevar o petróleo além da superfície e vencer a distância, num longo tubo chamado “linha de surgência”, entre o poço e a estação coletora.
O transporte é a quarta fase. O petróleo é bombeado por tubulações marítimas e terrestres, ou transportados por carretas e navios para as refinarias. Depois vem o refino. Um complexo de tubulações, tanques, vasos, torres, compressores, etc. que formam uma refinaria, encarregada de fracionar e processar o petróleo.
Oil and Gasoline
Mais de um século e meio depois de sua descoberta, o petróleo continua a desempenhar um papel essencial na economia global, apesar dos temores de que a dependência do petróleo está alimentando a rápida mudança climática. Durante a última década, o preço do petróleo deu um passeio de montanha russa, subindo de forma constante de 2002 a 2007, subindo em 2008 para um pico de US $ 147 o barril antes de despencar para US $ 33 apenas cinco meses mais tarde, como a crise econômica global reprimida demanda. Em 2010, após um ano de menos sinais selvagens flutuações de recuperação econômica e preocupações com as vulnerabilidades no abastecimento ajudou a empurrar os preços para cima mais de US $ 80 o barril.
Em 2011, o aumento dos preços da energia assemelha-se a ascensão em 2008. Os preços da gasolina aumentaram em quase um terço em 2010, eo custo do petróleo mais de US $ 100 o barril pela primeira vez em mais de dois anos, impulsionado por temores de rupturas de abastecimento estendida Médio Oriente e aumento da demanda de uma economia em crescimento global. Preços do gás estão se aproximando de níveis recordes, mas a maioria dos americanos, até agora não parecem ser drasticamente a cortar a sua condução ou mesmo os seus gastos, como fizeram em 2008.
Desta vez, a economia americana pode ser melhor preparado para os custos do combustível. Uma grande razão é que os consumidores e as empresas aprenderam as lições do último choque do petróleo. Muitos motoristas, por exemplo, têm dado os seus beberrões de gasolina veículos utilitários esportivos. Montadoras, que estão vendendo carros mais econômicos do que há cinco anos, divulgou um faturamento maior em fevereiro de 2011, mesmo quando os preços da gasolina subiu.
Indústrias como as companhias aéreas e de camionagem, que são mais afetadas pelo preço dos combustíveis, passaram sobre os seus custos mais elevados, quase imediatamente, em vez de esperar que os aumentos de preços martelo lucros.
E grande parte do resto da economia dos Estados Unidos é muito menos dependente do petróleo do que costumava ser. Consumo de petróleo caiu mais de 5 por cento desde 2005, enquanto o uso do gás natural subiu 10 por cento. A escassez de gás natural nacional tem mantido os preços baixos, proporcionando um elevador para setores como produtos químicos e farmacêuticos e têmpera o preço da electricidade, muito do que é gerado a partir do gás natural.
Visão global
Enquanto continua a ser a principal fonte de energia, petróleo caiu do seu pedestal desde os choques de energia da década de 1970 e 1980, que provou como dependente do mundo desenvolvido tornou-se sobre os produtos petrolíferos, e como era vulnerável a deficiências no abastecimento.
Em 1973, o petróleo representava 46 por cento do consumo mundial de energia total; até 2005, sua participação caiu para 35 por cento. Mas o petróleo permanece bem à frente de outras fontes de energia: o carvão satisfaz 25 por cento das necessidades mundiais de energia, o gás natural que vem com uma quota de mercado de 20 por cento, ea energia nuclear atende 6 por cento das necessidades de energia do planeta.
Não está claro quanto tempo os preços de energia vai ficar alto. A maioria das exportações de petróleo da Líbia ter parado no meio da luta lá. Mas o petróleo do Kuwait ministro, Sheik Ahmad al-Abdullah al-Sabah, disse que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo estava discutindo a possibilidade de realizar uma reunião de emergência para aumentar a produção de petróleo. A Arábia Saudita também disse que bombear mais petróleo para compensar a quebra nas exportações líbias.
Alguns economistas dizem que o aumento dos preços do petróleo no último ano, muito antes da onda de protestos no Oriente Médio e na maior parte causada pela maior demanda, já pode ter o custo de centenas Estados Unidos a economia de milhares de empregos. Uma regra é que cada aumento de US $ 10 no preço do barril de petróleo bate ,2-0,3 pontos percentuais acima do ritmo de crescimento da economia.
Além de volatilidade dos preços, as preocupações sobre segurança energética, bem como o ambiente ea ameaça do aquecimento global, mais uma vez colocar a posição do petróleo sob pressão.
Uma explosão em 20 de abril de 2010 a bordo da Horizon Deepwater, uma sonda de perfuração trabalhar uma milha abaixo da superfície do Golfo do México, levou à liberação acidental de quase cinco milhões de barris de petróleo, o maior derramamento do mundo, de longe. BP, operador da sonda, falhou várias vezes para bloquear o vazamento, mas a catástrofe não levou a amplos esforços para reduzir o uso de petróleo.
O fez, contudo, levar a uma onda de nova regulamentação e legislação que promete fundamentalmente remake de uma indústria que tem operado de mãos dadas com os superintendentes de seu governo por décadas.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Geologia do Petroleo
As ondas sísmicas são movimentos vibratórios das partículas das rochas que se transmitem segundo superfícies concêntricas devido à libertação súbita de energia no foco sísmico.
Que tipos de ondas sísmicas existem?
Existem dois tipos de ondas sísmicas, sendo que umas são chamadas ondas de volume (de profundidade) que podem ser longitudinais ou primárias (P) e ondas transversais ou secundárias (S), e outras que se denominam ondas superficiais, que podem ser ondas de Love e ondas de Rayleigh, sendo assim no total originam-se quatro tipos de ondas sísmicas.
Como se propagam as ondas sísmicas?
As ondas Primárias propagam-se através dos líquidos, sólidos e dos gases e a sua propagação pode ser comparada à das ondas sonoras. A sua propagação produz-se por uma série de impulsos alternados de compressão e de distensão através das rochas, havendo, assim variações do volume do material. Estas ondas deslocam-se no sentido da propagação da onda, (paralelamente).
As ondas S propagam-se nos sólidos, mas não nos líquidos e o seu comportamento pode ser comparado ao das ondas luminosas. São mais lentas que as anteriores, pelo que chegam ás estações sismográficas com atraso variável em relação ás ondas P. Estas ondas provocam mudança da forma do material, mas não do volume. As ondas S deslocam-se num plano perpendicular á direção de propagação.
As ondas Love e Rayleigh, tal como as S são ondas transversais, resultantes das interferências entre as ondas S, e entre as ondas S e P, respectivamente em que as partículas constituintes dos materiais rochosos vibram perpendicularmente á direção de propagação da frente da onda. As ondas sísmicas Rayleigh descrevem trajetórias elípticas semelhantes às vagas do mar. São as ondas mais lentas, mas simultaneamente as mais destruidoras.
Refração - Tempo que as ondas demoram para percorrer um determinado espaço.
Reflexão - Tempo do "eco" das ondas dos estímulos feitos na superfície (explosivos);
Os métodos sísmicos se fundamentam na geração de ondas acústicas e na medição do tempo requerido para que estas ondas se propaguem da fonte de emissão até um conjunto de sensores (geofones ou hidrofones) dispostos em superfície ao longo de um perfil. Um equipamento de registro de dados (sismógrafo) capta os sinais recebidos pelos sensores e os armazena em formato digital para posterior processamento e apresentação. A partir de sua geração, as ondas acústicas podem sofrer refrações ou reflexões nas interfaces entre dois meios em subsuperfície, sendo que os tempos de trânsito e as velocidades de propagação das ondas nesses meios estão relacionados à densidade, porosidade, composição mineralógica e às propriedades elásticas dos materiais, além de fornecerem informações geológico-estruturais das rochas em profundidade.

ROCHAS SENDIMENTARES
As rochas sedimentares são um dos três principais grupos de rochas (os outros dois sãos: rochas ígneas e as metamórficas) e formam-se por três processos principais: a partir da deposição (sedimentação) das partículas originadas pela erosão de outras rochas (conhecidas como rochas sedimentares clásticas); pela deposição dos materiais de origem biogénica; e pela precipitação de substâncias em solução.
As rochas sedimentares podem ser divididos em Clásticas, Orgânicas e Químicas. E existem 7 tipos: Arenito cinzento, Arenito pardo, Arenito, Cólito, Dolomita, Pedra calcária, Travertino.
As rochas sedimentares fornecem importantes informações sobre as variações ambientais ao longo do tempo geológico. Os fósseis, que são vestígios de seres vivos antigos preservados nestas rochas, são a chave para a compreensão da origem e evolução da vida.
A importância econômica das rochas sedimentares está em suas reservas de petróleo, gás natural e carvão mineral, as principais fontes de energia do mundo moderno.
• O petróleo por exemplo é classificado com uma rocha sedimentar de origem biogénica.
Os perfis de poços são usados principalmente na prospecção de petróleo e de água subterrânea. Eles têm sempre como objetivo principal, a determinação da profundidade e a estimativa do volume da jazida de hidrocarboneto ou do aquífero.
Para fazer uma perfilagem em um poço, são usadas diversas ferramentas (sensores) acopladas a sofisticados aparelhos eletrônicos. Estes sensores são introduzidos poço adentro, registrando, a cada profundidade, as diversas informações relativas às características físicas das rochas e dos fluidos em seus insterstícios (poros).




